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Cinco homens foram condenados nesta sexta-feira à prisão perpétua e outros dois a 50 anos de prisão pelos atentados de Kampala em 2010, que deixaram 76 mortos e foram reivindicados pelos shebab somalis afiliados à Al-Qaeda.
"Eu não acredito que a pena de morte apaziguaria as vítimas e permitiria que a sociedade esquecesse a dor indelével sofrida", explicou o juiz Alfonse Owiny-Dollo do Supremo Tribunal de Kampala, lembrando que o Ministério Público havia exigido a pena de morte.
O tenista espanhol Rafael Nadal anunciou nesta sexta-feira que não poderá seguir competindo em Roland Garros por causa de uma lesão no punho.
"É um problema que eu já tinha quando cheguei e que só piorou", explicou o recordista de títulos no Grand Slam parisiense (9), que deveria ter enfrentado no sábado o compatriota Marcel Granollers na terceira rodada da competição.
A polícia grega anunciou nesta sexta-feira que desmantelou, com o apoio da Europol, duas redes de atravessadores que, a partir de Atenas, realizavam o transporte de migrantes na UE, enquanto 65 refugiados e migrantes provenientes da Turquia foram interceptados perto de Creta.
O presidente francês, François Hollande, prometeu nesta sexta-feira seguir adiante com sua polêmica reforma trabalhista, apesar das greves e manifestações que paralisaram algumas indústrias do país.
"Permanecerei firme porque acredito que é uma boa reforma e devemos continuar até sua adoção", disse aos jornalistas ao fim da cúpula do G7 do Japão, acrescentando que seu país garantirá a "liberdade de circulação" dos cidadãos afetados pelas greves de trens e os bloqueios de refinarias e depósitos de combustível.
Um ex-ditador argentino e um militar uruguaio, entre outros quase vinte acusados, aguardavam nesta sexta-feira a sentença em Buenos Aires do primeiro julgamento sobre o Plano Condor, instrumento repressivo entre as ditaduras do Cone Sul nas décadas de 1970 e 1980.
No caso aberto no fim da década de 1990 e que chegou a julgamento há dois anos e meio, foram abordados os casos de 105 vítimas do Plano Condor, 45 das quais eram uruguaias, 22 chilenas, 13 paraguaias, 11 bolivianas e 14 argentinas.
O Irã cumpre os compromissos vinculados a seu programa nuclear, afirma um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) divulgado nesta sexta-feira em Viena.
Trata-se do segundo relatório desde o acordo nuclear sobre o programa nuclear iraniano, fechado em janeiro passado pelas grandes potências e o Irã.
Passaram-se mais de 70 anos, mas as memórias da bomba atômica seguem perseguindo os sobreviventes, alguns dos quais narraram seu sofrimento à AFP.
Misako Katani
Esta mulher de 86 anos é uma das poucas que sobreviveu a Hiroshima e também a Nagasaki, onde a segunda bomba atômica americana explodiu.
A visita foi histórica; a emoção, palpável: Barack Obama visitou nesta sexta-feira Hiroshima, cidade japonesa destruída por uma bomba atômica americana, onde pediu um mundo sem armas nucleares.
Em um discurso carregado de emoção pronunciado em um silêncio impressionante, o presidente dos Estados Unidos falou da dor nascida no dia 6 de agosto de 1945, quando foi lançada às 8h15 a primeira bomba atômica da história, seguida, três dias depois, pela que atingiu Nagasaki.
O ministro turco das Relações Exteriores, Mevlüt Cavusoglu, denunciou energicamente nesta sexta-feira a hipocrisia dos Estados Unidos, cujos alguns de seus soldados estão presentes junto a uma milícia curda que combate o grupo Estado Islâmico no norte da Síria.
Em uma coletiva de imprensa em Antalya (sul da Turquia), Cavusoglu considerou "inadmissível" que membros das forças especiais americanas, fotografados na quarta-feira pela AFP, carreguem a insígnia das Unidades de Proteção do Povo (YPG), uma milícia curda considerada terrorista por Ancara.
O presidente francês, François Hollande, prometeu nesta sexta-feira seguir adiante com sua polêmica reforma trabalhista, apesar das greves e manifestações que paralisaram algumas indústrias do país.
"Permanecerei firme porque acredito que é uma boa reforma e devemos continuar até sua adoção", disse aos jornalistas ao fim da cúpula do G7 do Japão, acrescentando que seu país garantirá a "liberdade de circulação" dos cidadãos afetados pelas greves de trens e os bloqueios de refinarias e depósitos de combustível.