"Nosso primeiro dever é (...) fazer tudo para que os consumidores possam se abastecer de combustível, fornecer serviços públicos essenciais, permitir o transporte de todos e garantir o bom funcionamento da economia", prosseguiu o chefe de Estado.
"Tomamos todas as medidas necessárias e seguiremos tomando-as, sempre no respeito das liberdades, mas também com a primeira destas liberdades, que é a liberdade de circular", insistiu.
Para François Hollande, "embora o diálogo ainda seja possível, nunca está fundado em um ultimato".
Hollande deixou, no entanto, uma porta entreaberta a algumas evoluções. "O texto irá ao Senado e depois voltará à Assembleia Nacional, e é neste contexto onde as discussões devem ser realizadas", acrescentou.
As greves contra o projeto de reforma trabalhista do governo socialista se estenderam na quinta-feira às centrais nucleares, provocando perturbações no fornecimento de gasolina, e confrontos de jovens com a polícia.