Maduro assinalou que este "golpe de Estado" é uma "ameaça para os povos de toda a América e faz parte da ofensiva imperialista norte-americana para acabar com os governos populares e implementar outra vez seu modelo neoliberal repressivo".
"Estão brincando com fogo, com a vontade do povo. Não conseguiram ganhar as eleições contra Lula e nem contra Dilma, e agora querem derrubá-la", afirmou o presidente socialista, ao manifestar sua solidariedade à líder brasileira.
No domingo passado, a Câmara dos Deputados aprovou o andamento do processo de impeachment contra Dilma, que a partir de maio poderá ser afastada da presidência pelo Senado para ser julgada por maquiar as contas públicas com as chamadas "pedaladas fiscais".