Ministro ucraniano das Relações Exteriores, Palvo Klimkin (e), participa de concentração em favor do "Sim" no referendo em Amsterdã, em 3 de abril de 2016 Ministro ucraniano das Relações Exteriores, Palvo Klimkin (e), participa de concentração em favor do "Sim" no referendo em Amsterdã, em 3 de abril de 2016

Os holandeses comparecem às urnas nesta quarta-feira para um referendo promovido pelos eurocéticos sobre um acordo de associação entre União Europeia (UE) e a Ucrânia.

A consulta não é vinculante e só será considerada válida no caso de índice de participação superior a 30%.

O resultado do referendo sobre o acordo de associação estratégica entre a UE e Kiev será acompanhado de perto em Bruxelas e Moscou. Um eventual "não" ao acordo representaria um quebra-cabeça para o bloco de 28 países.

As pesquisas apontavam uma leve vantagem para o "não".

O referendo também desperta interesse na Ucrânia, onde em 2014 o então presidente, o pró-russo Viktor Yanukovich, foi destituído por ter se recusado a assinar o acordo alguns meses antes.

O acordo, em vigor desde janeiro, pretende reforçar o diálogo político e a relação econômica e comercial entre UE e Ucrânia. Para Kiev representa uma "nova era", mas Moscou o considera uma interferência dos europeus em sua área de influência.

A Holanda é o único país da UE que ainda não ratificou o acordo, que já foi aprovado, no entanto, no Parlamento.

A consulta foi promovida por associações eurocéticas, que conseguiram reunir mais de 300.000 assinaturas para convocar o referendo.

Mas na realidade, como as próprias associações explicaram, o verdadeiro objetivo não é a relação com a Ucrânia, e sim promover uma política contra a UE e "dar aos cidadãos mais peso sobre o que acontece em Bruxelas".

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