Em um texto publicado no Facebook por um de seus advogados, Mark Feiguin, Savchenko, que virou heroína nacional em seu país, pede o "retorno imediato à Ucrânia".
De dezembro de 2014 a março de 2015, ela passou mais de 80 dias em greve de fome, até que decidiu voltar a comer e beber durante sete dias.
Após um julgamento de seis meses que aumentou a tensão entre Moscou e Kiev, a piloto foi condenada no dia 22 de março a 22 anos de prisão por cumplicidade no assassinato, em junho de 2014, de dois jornalistas russos no leste separatista da Ucrânia.
Segundo a justiça russa, Savchenko guiou os tiros de morteiro que mataram os jornalistas, o que ela nega. A piloto denuncia um "julgamento político".