..", disse Suárez em entrevista coletiva no Complexo Celeste, local de treinamento das seleções uruguaias de futebol, na região de Montevidéu.
Suárez voltará a vestir a camisa do Uruguai após quase dois anos de ausência por sanção da Fifa, devido à mordida no italiano Giorgio Chiellini durante partida da Copa do Mundo do Brasil.
O atacante revelou que a suspensão de 9 partidas imposta pela Fifa não mudará seu modo de jogar e prometeu seguir "correndo, pressionando e discutindo", mas observando "alguma moderação, como tenho feito no Barcelona".
- Brasil: pontos fortes e fracos -
"Brasil é local e tem pontos muito fortes do meio do campo para a frente, mas também tem debilidades defensivas, que trataremos de aproveitar", afirmou o polêmico craque.
"Sempre tivemos poder defensivo e provamos isto", lembrou Suárez ao citar as "mais importantes" baixas na defesa que a Celeste sofreu nos últimos dias, com as lesões de Diego Godín (Atlético de Madrid) e de José María Giménez (Atlético de Madrid), e a cirurgia de apêndice de Mathías Corujo.
"Mas temos um poder ofensivo que sempre aproveitamos", destacou o artilheiro do Barça.
Sobre o duelo da próxima sexta-feira contra seu companheiro de equipe e amigo Neymar, o atacante uruguaio foi enfático: "Cada um vai fazer o melhor para sua seleção, por seu país", e quem perder vai pagar um hambúrguer.
Suárez destacou o bom trabalho que tem realizado a seleção uruguaia, que soma 9 dos 12 pontos disputados nas eliminatórias e ocupa a segunda posição, atrás apenas do Equador, com 12 unidades.
"Nove pontos em 12 foi mais do que satisfatório", resumiu Suárez.
Para o atacante do Barcelona, o Uruguai demonstrou que "não depende de ninguém, nem de Suárez, nem de (Edinson) Cavani (PSG) e nem de Godín".