Aberta pelos "assassinatos e tentativas de assassinatos em relação com uma empreitada terrorista" e "associação criminosa terrorista com o objetivo de cometer crimes contra pessoas", esta investigação está nas mãos dos serviços policiais da DGSI (Inteligência Interna), da SDAT (Direção Antiterrorista) e da Direção Inter-regional da Polícia Judiciária de Lille, no norte do país.
O balanço das vítimas francesas pode mudar ao longo da noite, disse à AFP um porta-voz do Ministério francês das Relações Exteriores.
A investigação principal sobre esses ataques coordenados está nas mãos da Procuradoria Federal belga.
Os atentados deixaram cerca de 30 mortos e 200 feridos e foram reivindicados pelo grupo Estado Islâmico.