"Nós temos 2.000 registros de pessoas que estão sendo procuradas, mas já encontramos 300", acrescentou.
Fuentes explicou que o ministério criou uma plataforma para que as pessoas "que tiverem uma necessidade de busca possam gerar um registro" para que as autoridades tentem localizá-las.
"Isso ainda não é oficial, até a tarde poderemos dar um número oficial de pessoas desaparecidas".
O terremoto de 7,8 graus, de mais de um minuto de duração e considerado o pior no Equador em 40 anos, devastou de norte a sul a costa do país, deixando ainda um grande número de edifícios reduzidos a escombros e estradas bloqueadas em zonas de grande movimento de turistas.