Nesse sentido, Menéndez pediu a Obama que "convoque os líderes no continente e em todo o mundo" a "se unir a sanções progressivamente mais fortes", "exclua o regime do senhor Maduro dos fóruns internacionais e adote outras penalidades internacionais".
Além disso, o senador pediu a Obama que sua diplomacia pressione a Organização dos Estados Americanos (OEA) a invocar a Carta Democrática dessa entidade continental no caso venezuelano, considerando que isso seria "um passo significativo".
Estados Unidos e Venezuela não têm representação diplomática com status de embaixadores desde 2010, e as relações bilaterais se tensionaram sensivelmente no início de 2014 depois de Washington ter aprovado sanções contra sete funcionários venezuelanos de alto escalão.
Além das sanções em si, a decisão da Casa Branca de classificar a Venezuela como uma "ameaça extraordinária" à segurança americana provocou uma onda de indignação em nível regional.
O Departamento de Estado enviou várias vezes o diplomata Thomas Shannon a Caracas, na tentativa de manter aberto um canal direto de comunicação e, desde então, Washington adotou um perfil claramente mais moderado em suas declarações públicas sobre a Venezuela.