Bicampeã mundial em 2005 e 2006, com o espanhol Fernando Alonso, a Renault participou de praticamente todas as edições desde 1977, com escuderia própria ou como fornecedora de motores.
A Renault F1, com sede em Enstone, na Inglaterra, foi vendida ao fundo de investimento Genii Vapital em 2009, que foi responsável pelo retorno da Lotus à modalidade.
Depois de um ano de transição, em 2011, a Lotus F1 Team, com motores Renault, terminou o campeonato de construtores de 2012 e 2013 na quarta posição, com o finlandês Kimi Räikkönen e o francês Romain Grosjean.
A Lotus, porém, abriu mão dos motores Renault neste ano, depois de uma temporada 2014 decepcionante, na qual ficou apenas em oitavo.
Na temporada 2015, que se encerrou no último fim de semana, a Renault era apenas fornecedora para a Red Bull, tetracampeã de 2010 a 2013 com os motores franceses e o alemão Sebastian Vettel.
"Ao voltar a competir com escuderia própria, a Renault poderá tirar pleno proveito das suas vitórias. A posição de fornecedora de motores faz sentido, mas mostrou suas limitações. O retorno financeiro e em termos de imagem era insuficiente", justificou.
"Os últimos elementos obtidos da parte dos principais atores da F1 nos permitem encarar com confiança este novo desafio. Temos a ambição de vencer, mesmo se isso levar tempo", completou Ghosn.