Após mais de nove horas de debates e manifestações opositoras nas ruas, o legislativo aprovou as emendas constitucionais com 100 votos a favor, 8 contra e uma abstenção.
"Com 100 votos a favor está aprovado o Projeto de graças à cidadania por seu apoio permanente", escreveu no Twitter a presidente da Assembleia Nacional, Gabriela Rivadeneira.
O Parlamento necessitava do voto de dois terços da casa (92 membros) para fazer mudanças na Carta Magna, que até então permitia a reeleição por uma só vez, consecutiva ou não.
O Equador torna-se assim o terceiro país latino-americano a aprovar a reeleição ilimitada, depois de Venezuela e Nicarágua.
A aprovação das emendas foi alvo de manifestações a favor e contra no centro de Quito e em outras cidades, algumas das quais registraram leves distúrbios.