O britânico foi expulso do país, mas voltou uma semana depois à Turquia, já que sua entrada no território não era proibida.
Na ata de acusação, os procuradores acusam o professor de realizar "propaganda terrorista" para a rebelião curda do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), uma organização classificada de terrorista por Ancara, Washington e UE, disse a agência de notícias Dogan.
Ainda não foi fixada a data de abertura do processo.
Segundo os procuradores, Stephenson estava em posse de panfletos pró-PKK quando foi detido, no dia 15 de março.
Por sua vez, o docente afirmou que a polícia havia encontrado em sua bolsa um convite para as celebrações do ano novo curdo, o Newroz, realizado em 21 de março.
O regime islamita-conservador turco do presidente Recep Tayyip Erdogan, acusado de ser autoritário e de amordaçar a imprensa, prometeu intensificar a luta contra os militantes curdos, incluindo os intelectuais que os apoiam.