Mohamed Abd Al Rahman Awn ak Shamrani, de 40 anos, acusado de ser membro da Al Qaeda, estava preso há 14 anos em Guantánamo, segundo a ficha das autoridades americanas, publicada no WikiLeaks e no The New York Times.
Ele tinha sido preso no fim de dezembro de 2001, após ter combatido as forças americanas e da coalizão contra os talibãs.
Era acusado, entre outras coisas, de recrutar combatentes para a Al Qaeda e "talvez" de ter sido guarda-costas de Osama bin Laden, segundo a mesma ficha.
O Pentágono considera ter garantias suficientes de que o ex-detento não voltará a se somar às fileiras da rede islamita.