"É uma grande honra, a realização de um sonho. Agradeço a todos que votaram em mim e àqueles que me acompanham, Jill (Ellis, técnico da seleção americana) e todos os treinadores. Não seria a mesma sem minhas companheiras. É preciso 23 jogadoras para jogar uma Copa do Mundo", agradeceu Lloyd.
Lloyd também chegou a ser indicada para o Prêmio Puskas de gol mais bonito do ano, pela pintura do meio de campo na final contra o Japão (5-2), na qual balançou as redes três vezes. Ela fez parte das dez indicadas, em novembro, mas não ficou entre as três finalistas.
A americana sucedeu a duas alemães, Nadine Kessler (2014) e Nadine Angerer (2013).
Recordista de premiações, com as cinco Bolas de Ouro conquistadas, de 2006 a 2010, a brasileira Marta ficou fora da lista das indicadas pela primeira vez desde 2003.
Sem surpresas, quem foi eleita melhor técnica do ano no futebol feminina foi Jill Ellis, que levou a seleção americana de Lloyd ao título.
Única mulher entre os finalistas, Ellis superou os técnicos das seleções de Inglaterra e Japão, Mark Sampson e Norio Sasaki, respectivamente.