Prédios são vistos no bairro de assentamentos judaicos de Ramat Shlomo, em Jerusalém, no dia 7 de junho de 2016 Prédios são vistos no bairro de assentamentos judaicos de Ramat Shlomo, em Jerusalém, no dia 7 de junho de 2016

A prefeitura de Jerusalém concedeu na segunda-feira permissão para construir 82 casas no bairro de assentamentos judaicos de Ramat Shlomo, na parte oriental da cidade, ocupada e anexada por Israel, habitada por palestinos, informou a ONG israelense Ir Amim.

Estas casas fazem parte de um projeto de construção de 1.600 moradias neste bairro ultraortodoxo, anunciado em 2010, destacou em um comunicado a associação que milita pela coexistência entre israelenses e palestinos em Jerusalém.

O anúncio, feito em 2010 e que coincidiu com a visita a Israel do vice-presidente americano, Joe Biden, tinha esfriado as relações entre o governo de Netanyahu e a administração Obama.

A comunidade internacional considera ilegal a construção de moradias civis nos territórios ocupados ou anexados por Israel desde 1967. Segundo a comunidade internacional, é um obstáculo maior para a paz entre israelenses e palestinos.

Israel considera Jerusalém sua capital "unificada e indivisível". Mas a comunidade internacional não reconhece a anexação em 1967 de Jerusalém oriental, que os palestinos querem que seja a capital do Estado que pretendem fundar.

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