"A ideia de um 'pequeno Schengen' se dirige aos países da velha Europa, não se leva em conta a nossa região", acrescentou.
"A prática baseada no princípio de 'mais Europa' e menos controle democrático leva à sua erosão", declarou.
A Comissão Europeia decidiu abrir uma investigação inédita pela reforma do Tribunal Constitucional polonês, adotada no fim de 2015. Trata-se de uma primeira avaliação da situação na Polônia, seguida de conclusões sobre se há ou não uma "ameaça sistêmica para o Estado de direito".
O PiS, do dirigente anti-União Europeia Jaroslaw Kaczynski, obteve a maioria absoluta nas eleições legislativas polonesas de 25 de outubro. Assumiu o posto em novembro, pondo fim a oito anos de governos do partido liberal Plataforma Cívica (PO).
O novo governo polonês, acusado de querer assumir todas as instâncias do poder, já tinha substituído, dois dias depois de assumir, os chefes dos serviços de inteligência e manobrado para colocar seus homens no Tribunal Constitucional, provocando críticas da oposição.