Dezessete pessoas foram assassinadas entre 7 e 9 de janeiro nos ataques contra a revista satírica Charlie Hebdo, um supermercado kosher e contra policiais. Em 13 de novembro outras 130 pessoas foram mortas por jihadistas em vários locais da capital francesa.
Logo depois da tragédia, o ex-presidente Nicolas Sarkozy, que dirige o partido Os Republicanos, acusou o governo de não ter agido da forma correta diante da situação.
As comissões de investigação estão integradas por 30 membros ou mais, designados proporcionalmente em função do peso dos grupos. Seus trabalhos não podem exceder os seis meses.