O acordo nuclear, que entrou em vigor no sábado, permitiu o levantamento de algumas sanções americanas e europeias contra Teerã.
O líder iraniano também criticou "as declarações de algumas autoridades americanas ao longo dos últimos dois ou três dias reforçando o ceticismo".
Saudando "progressos históricos", o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, insistiu no domingo nas "profundas divergências" que persistem entre Washington e Teerã.
"Permanecemos firmes em nossa denúncia do comportamento desestabilizador do Irã", disse ele, citando violações dos direitos humanos ou o programa de mísseis balísticos.
Finalmente, Khamenei destacou a necessidade de fortalecer a economia iraniana internamente e aquilo que ele chamou de "economia de resistência", dizendo que "o levantamento das sanções por si só não é suficiente para reavivar a economia e resolver os problemas das pessoas".