Ging, que participou de uma missão de três dias ao lado de representantes da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Programa Mundial de Alimentos, constatou que a situação humanitária no Iêmen se "deteriorou gravemente".
O funcionário destacou que mais de 13 milhões de iemenitas necessitam de ajuda humanitária, 7,6 milhões sofrem de "insegurança alimentar grave" e 2,5 milhões foram deslocados pelo conflito desde janeiro de 2014.
"Esta crise se agrava e não recebe a atenção que merece", disse Ging, apelando à generosidade dos países contribuintes.
O conflito, que já deixou 6.400 mortos, segundo a ONU, foi deflagrado com a ofensiva de rebeldes huthis, em julho de 2014, o que lhes permitiu conquistar grandes áreas, incluindo a capital, Sanaa.
Uma coalizão árabe, liderada pela Arábia Saudita, entrou no conflito em março de 2015 para apoiar o governo.