"Aleppo será a próxima Srebrenica", advertiu o doutor Zaher Sahloul, da Sociedade Médica sírio-americana, em referência ao massacre de mais de 8 mil bósnios em julho de 1995 pelos sérvios.
O médico lembra que "o único caminho que liga Turquia a Aleppo foi cortado completamente pelo grupo curdo (sírio), aliado do governo" de Damasco. Também manifestou sua preocupação porque "as 300 mil pessoas que permanecem em Aleppo não sofrem da mesma maneira que os demais" na Síria.