Obama disse que, devido ao fato de as coisas terem saído mal na Líbia, "há espaço para as críticas, porque eu tinha mais fé em que os europeus, dada a proximidade da Líbia, estariam envolvidos na continuidade".
Cameron parou de prestar atenção pouco depois da operação militar, porque logo se "distraiu com uma variedade de outras coisas".
Durante a campanha de bombardeios, Sarkozy queria "chamar a atenção para os voos que enviava à campanha aérea, apesar do fato de que nós havíamos acabado com as defesas aéreas e essencialmente estabelecemos toda a infraestrutura" para a operação, acrescentou Obama.
Desde o colapso do governo, a Líbia caiu quase na anarquia, dirigida por milícias rivais que disputam o poder, enquanto o grupo Estado Islâmico ganhou influência no país.