Os jihadistas do EI estabeleceram seu reduto na cidade costeira de Sirte, expulsaram seus rivais e o grupo "atualmente é o ator militar e político mais significativo na região", afirma o documento, apresentado ao Conselho na quarta-feira.
O grupo extremista também aumentou sua capacidade operacional em Trípoli e na cidade ocidental de Sabrata, intensificando sua presença através de recrutas locais e combatentes estrangeiros que transitam através da Turquia e da Tunísia.
Extremistas da África Subsaariana viajaram através do Sudão para se unir às fileiras do EI em Sirte e Benghazi, afirma o documento, confirmando os temores de que o braço líbio do EI está buscando recrutas de outras partes do continente.
O relatório não fornece estimativas do número de combatentes do EI na Líbia.