"Cria o mecanismo e a arquitetura para enfrentar este desafio de maneira eficaz", acrescentou.
"Além disso, este acordo é um sinal forte para dizer que o mundo está decididamente inclinado para um futuro com baixo carbono", disse. E considerou que isso deveria estimular os investimentos e a inovação nas energias limpas "a um ritmo sem precedentes".
Neste sábado em Paris 195 países aprovaram um histórico acordo mundial contra o aquecimento global, que une pela primeira vez nessa luta países ricos e em desenvolvimento.
"Estou convencido de que este momento pode marcar um ponto de inflexão para o mundo", expressou o presidente norte-americano, que admitiu que o caminho não será fácil.
Obama lembrou que a crise climática foi uma de suas prioridades desde que chegou ao governo em 2009 e estimou que seu país é "líder" na luta contra o aquecimento global.
Também agradeceu aos países "grandes ou pequenos, desenvolvidos ou em desenvolvimento, por terem trabalhado juntos para enfrentar uma ameaça que diz respeito a todos".
"Juntos, mostramos o que é possível fazer quando o mundo está unido", concluiu Obama.
O Acordo de Paris substituirá a partir de 2020 ao atual Protocolo de Kyoto.
O texto, de 31 páginas em inglês, vincula o destino das grandes potências emissoras de gases de efeito estufa, como Estados Unidos e China, ao das pequenas ilhas do Pacífico ameaçadas pelo aumento do nível dos oceanos.
Os países industrializados, responsáveis históricos do problema, deverão ajudar financeiramente os países em desenvolvimento.