"Não buscamos uma escalada (de violência), mas nada nos impedirá de fazer o necessário para preservar a segurança".
Os últimos atos violentos na Faixa de Gaza ocorreram na manhã de sábado, quando a aviação israelense bombardeou a zona em represália pelo disparo de um foguete. As trocas de tiros pararam durante mais de 24 horas após quatro dias de hostilidades, as mais intensas desde a guerra do verão de 2014.
Na sexta-feira, Ismail Haniyeh, chefe do Hamas em Gaza, disse que seu movimento islamita, que governa na Faixa de Gaza, também não desejava uma nova guerra, mas insistiu que tinha o direito de resposta.