O presidente francês depositou uma coroa aos pés da estátua do general Charles de Gaulle, principal dirigente da resistência francesa durante o conflito, na Champs-Élysées, antes de percorrer de carro a famosa avenida.
O público estava disperso, talvez desanimado pelas drásticas medidas de segurança instauradas na avenida.
François Hollande se reuniu posteriormente com os membros do governo e outras personalidades políticas, como Nicolas Sarkozy, presidente do partido da oposição, Os Republicanos, perto do Arco do Triunfo, onde reavivou a chama do soldado desconhecido.
"A guerra, poderíamos pensar que é história, mas infelizmente também está à nossa porta, na Síria, em Iraque, no Sahel", lembrou o presidente francês à rede France 2, lamentando também que a Europa esteja "ameaçada pela separação, pelo esquecimento".
"Quero que os franceses fiquem orgulhosos de seu país, digam que temos uma bela e grande história, que nos esforçamos para ser mais respeitados, que nossa voz seja ouvida", prosseguiu Hollande.
O presidente também aproveitou para defender seu balanço: "Endireitamos o país nos últimos quatro anos", afirmou.