"Considero que tenho a experiência e as aptidões para desempenhar este cargo".
A busca por um sucessor para Ban Ki-moon chega em um momento de alta tensão internacional, quando a ONU se depara com a pior crise de refugiados desde a II Guerra Mundial e intensos conflitos no Oriente Médio e na África.
Clark, 66 anos, pode se tornar a partir de janeiro de 2017 a primeira mulher a dirigir a ONU, que teve oito secretários-gerais em 70 anos de história.
Além de Clark, outras sete pessoas já se apresentaram para o cargo de secretário-geral da ONU, incluindo três mulheres. Entre os candidatos figuram a chefe da UNESCO, a búlgara Irina Bokova; e o ex-alto-comissário para os refugiados Antonio Guterres, de Portugal.
Clark dirige há sete anos o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), uma das principais agências da ONU.