Mujica insistiu em que "confia muito mais na Unasul", que esteve apoiando a gestão mediadora entre o governo e a oposição venezuelana liderada pelos ex-mandatários José Luis Rodríguez Zapatero (Espanha), Leonel Fernández (República Dominicana) e Martín Torrijos (Panamá).
A OEA foi alvo de críticas de Venezuela, Equador e Bolívia por invocar para o caso venezuelano a Carta Democrática, um mecanismo para casos de ruptura da ordem constitucional, apesar de flexibilizar sua posição posteriormente.
Mujica também analisou os movimentos políticos e ideológicos pendulares em alguns países da América Latina e os considerou naturais. "Nem a direita triunfa definitivamente e nem a esquerda, a história é um movimento pendular, existem épocas conservadoras, quando se multiplica a riqueza, e é preciso distribui-la".