Na última terça-feira, o Instituto de Innsbruck enviou um envelope com os resultados das análises de um pacote de 53 amostas recolhido em ônibus dos quais os estudantes se apoderaram na cidade de Iguala (sul) para se dirigir a manifestações na noite de 26 de setembro de 2014.
Também "foram analisadas 9 amostras ósseas e cabelos, provenientes da lixeira de Cocula e 2 amostras ósseas da bolsa do Rio San Juan" que foram enviadas à Áustria em dezembro de 2014, acrescenta o comunicado.
Estas amostras serão submetidas agora à "técnica de sequenciação em massa paralela" e os resultados serão divulgados após o fim dos testes.
O envelope foi aberto na sexta-feira em uma reunião na qual participaram padres e representantes legais das vítimas, integrantes do Grupo Interdisciplinar de Especialistas Independentes (GIEI) da CIDH e da equipe argentina de antropologia forense que colaboram nas investigações.
Até agora, os especialistas de Innsbruck só identificaram plenamente os restos de Alexander de la Mora e de maneira preliminar os de Jhosivani Guerrero de la Cruz, que devem ser submetidos a outros testes.