Desde que Tabaré Vázquez assumiu em março de 2015 para um mandato de cinco anos, a chancelaria uruguaia insistiu em uma abertura do Mercosul a acordos comerciais extra-bloco.
Nin Novoa ressaltou que a região atravessa atualmente "dificuldades de índole econômica", mas insistiu no valor que o Mercosul tem como projeto de integração, que busca "potencializar" o crescimento econômico dos sócios.
Entretanto, advertiu: "O Mercosul é e será o que seus países (sócios) querem que ele seja. Ele não tem vida própria (...) Seus resultados e falhas (...) serão consequência da vontade política dos tomadores de decisões soberanas de nossos países", afirmou.