..) que é um holocausto da saúde", declarou Douglas Leon, presidente da Federação Médica venezuelana.
O grupo convoca a manifestação porque "pessoas estão morrendo", acrescentou.
De acordo com Leon, "é aterrorizante trabalhar nos hospitais" venezuelanos que sofrem com "mais de 95% de falta de medicamentos", enquanto "nas prateleiras das farmácias" a escassez é de 85%.
Maduro, que enfrenta uma severa crise econômica agravada pela queda do petróleo, reconheceu que este serviço foi "infiltrado" por uma "máfia" que estaria revendendo remédios importados pelo Estados a preços superfaturados.