O presidente reafirmou que o chavismo foi derrotado pela "guerra econômica" - que atribui à oposição e à empresários - e também pelos seus "próprios erros, pela burocracia e pela corrupção que envolveram as políticas revolucionárias".
Maduro garantiu que não se renderá e que combaterá ao lado das bases do partido, e reafirmou que na Venezuela não houve uma vitória da oposição, e sim uma vitória circunstancial de uma "contrarrevolução fascista sem respeitar as regras do jogo".
"Estou armando uma estratégia com o apoio das assembleias populares. Convocando ao debate revolucionário crítico, autocrítico. Estou disposto a liderar uma revolução radical", afirmou Maduro, prometendo "não entregar a revolução".
A oposição de centro-direta obteve 112 cadeiras contra 55 do oficialismo socialista na eleição de domingo passado, assumindo o controle total do Parlamento de 167 deputados, cuja legislatura se inicia em 5 de janeiro.