Em 14 de fevereiro de 2015, um dinamarquês de origem palestina abriu fogo em um centro cultural de Copenhague, onde acontecia um debate sobre a liberdade de expressão, matando um pessoa de 55 anos antes de fugir.
Em seguida, o homem, de 22 anos, matou a tiros um judeu de 37 anos que fazia a guarda da sinagoga na capital dinamarquesa, antes de ser morto em um tiroteio com a polícia.
Dos cinco supostos cúmplices, homens com idade entre 19 e 31 anos, quatro estão sob custódia. O quinto foi libertado em janeiro.
Os alvos - um debate sobre a liberdade de expressão com um artista que havia feito uma caricatura de Maomé, e depois uma sinagoga - são semelhantes aos dos ataques de janeiro de 2015 em Paris, contra o jornal satírico Charlie Hebdo e um mercado judeu.