"Ele chegou a treinar sozinho com uma câmera apontada para ele para provar que não estava relaxando durante um jornada de quinze horas", completou.
O FIFPro afirma também que Plaku "foi obrigado a treinar de manhã, à tarde e à noite, seis dias por semana, quando não aceitou reduzir seu salário para menos da metade do previsto em contrato".
Perguntado pela AFP sobre o caso, o porta-voz do Slask Wroclaw, Krzysztof Swierszcz respondeu: "Não vamos comentar este assunto. Vamos esperar o veredito do tribunal. Em relação às acusações de 'treinos assassinos' (expressão usada pelos representantes do jogador), não acreditamos que foram 'assassinos'. Eram treinos normais de jogadores profissionais".
O contrato do jogador foi anulado pela Federação Polonesa "sem que fosse atribuída qualquer responsabilidade ao clube", concluiu o sindicato.