"Em comparação com as imagens de 12 de janeiro de 2016, observamos danos consideráveis na entrada principal do que se conhece como templo de Nabu", informou a agência, que divulgou duas imagens.
O grupo extremista EI já tinha reivindicado em um vídeo a destruição do templo de 2.800 anos de antiguidade, uma construção consagrada ao deus babilônio da sabedoria.
No mesmo vídeo, um dos extremistas ameaça explodir as pirâmides e a esfinge egípcias.
A cidade de Nimrud, uma joia do império assírio, fundada no século XIII a.C às margens do rio Tigre, fica 30 km a sudeste de Mossul, a segunda cidade do Iraque, que está nas mãos dos radicais.
Não está claro quando o templo foi destruído.
A interpretação rigorosa do Islã feita pelos extremistas os leva a considerar como idolatria todas as representações religiosas consagradas a deuses que não sejam o profeta Maomé.
Os combatentes do EI destruíram sistematicamente jazidas arqueológicas em regiões sob o seu controle, como aconteceu com a cidade antiga de Palmira, na Síria, que sofreu danos consideráveis enquanto esteve nas mãos do grupo.