Ele é acusado de operações "de recrutamento para a organização terrorista Daech" (a sigla em árabe para o grupo Estado Islâmico), indica o comunicado.
A Guarda Civil espanhola havia sido alertada sobre "a partida de muitos jovens de Ceuta para a Síria", explicou o ministério.
Durante a investigação, verificou-se que "o detido realizava ações de recrutamento e doutrinação de jovens com perfil vulnerável, aos quais ele oferecia ajuda para se juntar ao EI em zonas de conflito".
Depois de abordar com êxito esses jovens, "ele mantinha contato através de mensagens na internet para aprofundar o processo de doutrinação", indica o ministério, acrescentando que o detido era conhecido por "sua adesão ao salafismo", ramo fundamentalista do Islã.
O ministério do Interior estimou em cem o número de suspeitos jihadistas presos em 2015.