Na terça-feira, os ataques no aeroporto e no metrô de Bruxelas, reivindicados pelo grupo Estado Islâmico, deixaram 31 mortos e 300 feridos.
Ibrahim El Bakraoui, que se explodiu no aeroporto belga, foi expulso da Turquia para a Holanda em julho, depois de ter sido preso um mês antes perto da fronteira turca com a Síria.
Antes dos ataques, os irmãos belgas tinham antecedentes criminais por diversos crimes, como roubos de carro, assaltos e tiroteios com a polícia.
A rede de televisão americana NBC informou na quinta-feira que os irmãos eram conhecidos por autoridades dos EUA e que foram listados nos bancos de dados de terrorismo do país, mas não especificou quais listas ou quando foram colocados nelas.
Khalid El Badraoui investigado pelos atentados de Paris, por ter alugado um apartamento usado por alguns dos criminosos envolvidos nos ataques da França.
Desde o dia 11 de dezembro foram emitidos dois mandados de prisão, um internacional e outro europeu, contra Khalid, emitidos por juízes de instrução parisienses em meio às investigações sobre os atentados que deixaram 139 mortos em Paris Saint-Denis.
Uma longa lista de erros cometidos pela inteligência belda pressiona o governo e levanta dúvidas na Europa sobre se esses ataques em Bruxelas poderiam ter sido evitados.