Essa tragédia nacional revelou as fraquezas estruturais do Estado deste país mergulhado na extrema pobreza e continua causando dor e críticas.
"Seis anos mais tarde ainda não sabemos o número exato dos nossos mortos, nem todos seus nomes", condenam, em uma declaração conjunta, organizações feministas que perderam várias de suas mais importantes ativistas em 12 de janeiro de 2010.
Nesse dia, um terremoto de 7 graus na escala Richter destruiu mais de 300.000 prédios. Mais de 200.000 pessoas morreram, e mais de um milhão de pessoas ficaram desabrigadas.
Quase 60.000 haitianos ainda vivem em cerca de 30 campos para desabrigados, segundo o último relatório da Organização Internacional de Migrações e da Defesa Civil haitiana, publicado em 31 de dezembro.