"É algo com o que nos preocupamos muito nos Estados Unidos, que eles possam lançar ataques como os que praticaram em Paris ou Bruxelas", acrescentou.
Em novembro do ano passado, ataques coordenados em Paris deixaram 130 mortos, e em março deste ano, suicidas detonaram os explosivos que levavam junto ao corpo no aeroporto de Bruxelas e na vizinha estação de metrô Maalbeek, matando 32 pessoas.
Os dois atentados foram assumidos pelo grupo Estado Islâmico e parecem ter conexão com a mesma célula de atacantes.
Apesar da avaliação de Clapper, o presidente Barack Obama e outros altos oficiais de segurança nacional disseram à CNN ver as coisas de forma menos desanimadora.
"Aqui nos Estados Unidos, nós enfrentamos uma ameaça menor do que na Europa" com o grupo EI, disse Obama à CNN.