Depois da queda do ditador Muamar Kadhafi, o Estado líbio desabou, milícias rivais disputaram o poder e a organização Estado Islâmico (EI) aproveitou a situação para aumentar seu poderio.
Um processo frágil, com o apoio da ONU e das grandes potências, permitiu recentemente a criação de um governo de unidade na Líbia.
O primeiro-ministro designado deste governo, Fayez al Sarraj, conseguiu desde sua chegada a Trípoli, em 31 de março, importantes apoios, entre eles o do Banco Central.
No entanto, o chefe do governo na sombra, Khalifa Ghweil, se negou a deixar seu cargo e pediu ao seu gabinete para que permaneça em seu posto.