A sessão na Câmara dos Deputados que decidirá se o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff seguirá para o Senado ou será descartado começou às 14H00 deste domingo em meio a gritos e empurrões.

"Está aberta a sessão sob a proteção de Deus e em nome do povo brasileiro", disse o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, arquirrival da presidente Dilma, acusada de maquiar as contas públicas em 2014 -ano de sua reeleição- e 2015.

A sessão começou com um plenário cheio, em meio a gritos de "Não vai ter golpe" e "Impeachment já". Os parlamentares cantaram o hino nacional e "Sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor".

A sessão foi atrasada pelas acaloradas discussões entre os deputados, que chegaram a se empurrar.

Instantes antes do início da sessão, um grupo de deputados que apoia o governo gritava "Democracia!" para abafar a voz de Cunha que falava com a imprensa. Um grande cartaz com a frase "Fora Cunha" em letras vermelhas foi erguida na deliberação.

O discurso do relator do impeachment Jovair Arantes também foi interrompido várias vezes.

Cada um dos 513 deputados será chamado a manifestar seu voto no microfone tendo 10 segundos para jus justificar sua decisão. Estima-se que o resultado seja conhecido às 21H00.

Grandes manifestações a favor e contra o impeachment acontecem em Brasília, São Paulo, no Rio de Janeiro e em outras cidades do país

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