Em comunicado, a Federação classificou de "informações infundadas" o que foi publicado, explicando que Sampaoli recebe premiações de forma acumulativa por superar "etapas de um torneio", o que teria sido especificado em um acordo sobre a Copa América assinado em maio e publicado em setembro.
Ambos os jornais afirmam que o anexo sobre os prêmios que Sampaoli recebeu pela Copa América foram assinados em acordo com Sergio Jadue, ex-presidente da Federação e indiciado no caso de subornos na Fifa investigado pelo FBI, sem que os outros dirigentes da entidade estivessem inteirados do documento.
Outra investigação da emissora Chilevisión afirma que Jadue e Sampaoli teriam assinado outro contrato que daria ao treinador benefícios em relação a direitos de imagem e que seriam depositados em contas no estrangeiro.
Ambos os casos foram denunciados em meio à investigação realizada por uma comissão de presidentes de clubes sobre a criticada gestão de Jadue, que viajou a Miami em novembro para responder as acusações da justiça americana, uma decisão arriscada que pode valer ao dirigente 20 anos de prisão por lavagem de dinheiro e fraude fiscal.
Jadue também é investigado pela justiça chilena.
Sampaoli, que tem contrato com a federação até 2018, já informou que decidirá se fica ou não no cargo de técnico do Chile depois de conversar com o próximo presidente da Federação, que será eleito em 4 de janeiro.