"As famílias das três vítimas beneficiaram, cada uma, de 140.000 dólares em troca do abandono de qualquer processo judicial", indicou à AFP Ahmed Ibrahim, tesoureiro da Federação Egípcia de Agências de Viagens e Turismo.
Ibrahim indicou que o advogado das três famílias assinou o acordo na semana passada.
Os oito turistas e seus quatro guias egípcios morreram em 13 de setembro de 2015, quando aviões de guerra e helicópteros bombardearam seus veículos a 250 km do Cairo, em um vasto deserto frequentemente visitado por turistas. O bombardeio durou três horas, de acordo com uma das turistas que sobreviveu ao ataque.
O governo egípcio se limitou a dizer que o incidente foi "um erro".