Um adolescente também ficou ferido nesse ataque na cidade de Rafah, no norte do Sinai, na fronteira com a Faixa de Gaza, relatou a agência.
Tanto os extremistas quanto o Exército egípcio utilizam, com frequência, esse tipo de projetil, mas ainda não é possível determinar os autores do disparo.
A situação no deserto do Sinai é cada vez mais instável, por causa da presença de radicais que juraram fidelidade ao grupo Estado Islâmico (EI) e das tribos hostis ao presidente Abdel Fattah al-Sissi.
Nos últimos meses, o grupo extremista egípcio afiliado ao EI reivindicou vários ataques contra as forças de segurança que lutam contra os insurgentes nessa península, situada entre o canal de Suez, ao oeste, e Israel e a Faixa de Gaza, ao leste.
Desde 2013, quando o Exército destituiu o presidente islamita Mohamed Mursi e começou uma violenta repressão contra seus partidários, os radicais mataram centenas de soldados e policiais.
Eles também assumiram a responsabilidade pela queda de um Airbus A-321 da companhia russa Metrojet, que se desintegrou em cima do Sinai, em 31 de outubro, com 224 pessoas a bordo.