Mais de 70 mil pessoas morreram na explosão da bomba atômica sobre Nagasaki, em 1945 Mais de 70 mil pessoas morreram na explosão da bomba atômica sobre Nagasaki, em 1945

Um holandês de 95 anos que foi prisioneiro durante a II Guerra Mundial e que estava em Nagasaki quando a bomba atômica foi detonada será indenizado pelo Japão, indicou nesta terça-feira seu advogado.

É uma decisão "de grande importância porque o tribunal considerou que os sobreviventes não japoneses da bomba atômica têm direito a uma compensação", disse o advogado Hidekazu Zaima.

Willy Buchel estava preso em Nagasaki no dia 9 de agosto de 1945, quando os Estados Unidos lançaram uma bomba, a segunda após a de Hiroshima, três dias antes.

O ex-prisioneiro de guerra exigia desde maio de 2015 uma compensação por danos morais, indicou à AFP seu advogado.

Após o acordo, o primeiro deste tipo entre o governo japonês e um ex-prisioneiro de guerra estrangeiro exposto à radiação atômica, Buchel receberá 1,1 milhão de ienes (8.800 euros).

Buchel estava detido em um campo a 1,7 quilômetro do local onde explodiu a bomba em Nagasaki e que matou 70.000 pessoas. Em Hiroshima 140.000 pessoas morreram.

Em 1950 voltou à Holanda, mas não teve uma cobertura médica completa como a dos sobreviventes japoneses.

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