No diálogo, Lew "saudou o compromisso em alcançar medidas politicamente difíceis, mas necessárias para alcançar um crescimento forte, sustentado e equilibrado" no Brasil, informou o Tesouro.
Na véspera, durante teleconferência com investidores internacionais, Barbosa disse que as grandes linhas de ação de seu antecessor - controle de gastos e da inflação - serão mantidas para conter a crise que abala a sétima economia do mundo.
"Quero destacar que a direção da nossa política econômica é a mesma, nosso foco continua sendo o ajuste fiscal e a redução da inflação", afirmou.
O Brasil tem inflação de 10,48% ao ano e encerrou 2015 com um déficit próximo aos 2% do PIB.
Segundo o FMI, a economia brasileira sofrerá um recuo de 3% em 2015 e de 1% em 2016.