Os testes com mísseis de curto alcance são relativamente frequentes na Coreia do Norte de Kim Jong-Un, um regime cada vez mais isolado internacionalmente por causa de seu arsenal nuclear.
Na semana passada, Pyongyang já tinha disparado seis projéteis de curto alcance na direção de sua costa oriental como reação a uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, que intensificou as sanções internacionais contra o regime de Kim.
Também nesta quarta-feira, a diplomacia americana qualificou o líder norte-coreano de "jovem ditador" e o acusou de "violações" contínuas ao direito internacional.
"Este jovem ditador continua violando suas obrigações internacionais, continua ignorando as necessidades do seu povo e aumentando as tensões na península" coreana, destacou o porta-voz do Departamento de Estado, John Kirby.
A reação americana ocorreu depois de Kim Jong-Un afirmar que seus cientistas tinham conseguido miniaturizar ogivas nucleares que podem ser instaladas em mísseis balísticos.
"Mais uma vez estamos confrontados com uma retórica de declarações de provocação de Pyongyang", disse Kirby, reafirmando que os Estados Unidos "leva muito a sério" as ameaças norte-coreanas de ataques nucleares.