"Poderia assumir a forma de um ataque a um centro de controle de uma usina de energia nuclear, a um centro de controle de tráfego aéreo ou ferroviário", afirma o coordenador.
"Em um dado momento, haverá um membro" do grupo Estado Islâmico (EI) "com um doutorado em tecnologia da informação, que será capaz de entrar num sistema" do tipo, alertou.
A miniaturização dos explosivos e o crescente conhecimento dos combatentes do EI em biotecnologia constituem outras ameaças, de acordo com o funcionário europeu.
"O que vai acontecer quando as pessoas se perguntarem 'como desenvolver um vírus na cozinha da minha mãe'?", perguntou-se.
A imprensa belga e internacional informou na sexta-feira que a célula extremista responsável pelos ataques de terça-feira em Bruxelas havia planejado um ataque com armas de guerra nas ruas da capital belga, como em 13 de novembro, em Paris, e a fabricação de uma "bomba suja" radioativa, após dois dos homens-bomba, os irmãos El Bakraoui, vigiarem por vídeo um "especialista nuclear" belga.
Os ataques reivindicados pelo EI no aeroporto e uma estação de metrô de Bruxelas fizeram 31 mortos e 300 feridos.