Nela, o presidente não excluiu se reunir com o "comandante" em algum momento.
"Se estiver bem para se reunir comigo, ficaria feliz de vê-lo", admitiu Obama, explicando que uma reunião de ambos "seria um símbolo do fim da Guerra Fria".
Depois, o assistente de Obama e vice-conselheiro de Segurança Nacional para Comunicações Estratégicas, Ben Rhodes, garantiu que o presidente falava "de maneira geral".
"Não contemplamos uma reunião com Fidel Castro nesta viagem", esclareceu Rhodes, acrescentando que nem Washington nem Havana cogitaram essa possibilidade na preparação desta visita histórica - a primeira em 88 anos de um presidente americano à ilha comunista.
Fidel Castro, de 89, afastou-se do poder em 2006 por questões de saúde. Em 2008, entregou a presidência a seu irmão Raúl, de 84.