Esses pré-acordos fazem parte de uma oferta apresentada no dia 5 de fevereiro pela nova administração do presidente de centro-direita Mauricio Macri para pagar US$ 6,5 bilhões, sobre um total de US$ 9 bilhões, a fundos especulativos e outros credores e pôr fim ao processo bilionário pela dívida em moratória desde 2001.
O principal pré-acordo selado até o momento aconteceu no dia 29 de fevereiro com os dois principais fundos "abutres", NML Capital e Aurelius, assim como outros dois grupos, aos quais a Argentina pagará US$ 4,653 bilhões.