Apesar das lágrimas, permaneceu de pé".
Para agir contra "a raiz do mal", a França vai continuar bombardeando Iraque e Síria com o objetivo de destruir o grupo Estado Islâmico (EI), afirmou.
"Os bombardeios têm resultado, os jihadistas retrocedem, então continuaremos pelo tempo que for necessário", disse.
O presidente também pediu ao Parlamento que "assuma suas responsabilidades" e que adote a reforma da Constituição que propõe para "dar sólidas bases" ao estado de urgência e para poder retirar a nacionalidade francesa das pessoas com dupla nacionalidade condenadas por terrorismo.